domingo, 15 de setembro de 2013

Marginalizadas pela guerra

*Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento* 

Em matéria de set/2013, vinculada ao Portal Terra  Lee Ok-Seon, da cidade de Busan, no sudeste da Coreia do Sul, tinha 14 anos quando foi jogada dentro de um carro e acabou indo parar em um bordel para militares japoneses na China. Após quase 70 anos ela divulga seu segredo.
Em um bordel para militares japoneses na China, chamado de "posto de consolo", sofreu estupros diários até o fim da guerra.
A senhora de 86 anos resume tudo em poucas palavras: "Não era um lugar para seres humanos; era um matadouro".
Segundo Bernd Stöver, um historiador da Universidade de Potsdam, na Alemanha,  de acordo com estimativas, devem ter sido em torno de 200 mil mulheres utilizadas para esta prática, capturadas na Corea, da China, Malásia e das Filipinas.
Os bordéis, que se espalhavam por toda a área de ocupação japonesa, tinham como objetivo manter elevado o ânimo dos soldados e de evitar que as mulheres locais fossem estupradas.
Ela explica que estava completamente isolada do mundo exterior e que não confiava em ninguém. Devido aos estupros muitas vezes, atacadas com facas: "Muitas meninas se suicidavam. Elas se afogavam ou se enforcavam", conta. Lee afirma que também chegou a pensar que essa seria sua única saída. Mas não teve coragem. "É fácil dizer 'eu preferia estar morta'. Mas é muito difícil fazê-lo", explicou.
Lee Ok-Seon optou pela vida e acabou sobrevivendo à guerra. Após a capitulação japonesa em 1945, o dono do bordel desapareceu. As mulheres, de repente, estavam livres, porém confusas e desorientadas e com receio de voltarem para suas casas, devido ao preconceito que poderiam sofrer.
Lee Ok-Seon acabou conhecendo um homem de descendência coreana, do qual ela descreve que a tratava bem, e com quem se casou e passou a cuidar de suas crianças. "Senti que era meu dever tomar conta daquelas crianças, cuja mãe tinha morrido. Eu não podia ter meus próprios filhos”.
Enquanto estava no bordel, ela quase morreu em decorrência de doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis. Para aumentar suas chances de sobrevivência, os médicos retiraram seu útero.

Em 2000, após a morte de seu marido, ela sentiu que tinha que voltar para o seu país de origem e tornar pública a sua história. Ela reside próximo a Seul, nas chamadas "casas compartilhadas", que dão assistência a ex-escravas sexuais.
Ao pesquisar seu passado, ela soube que seu irmão mais novo ainda estava vivo. Segundo ela houve uma acolhida em um primeiro momento, porém ele tinha vergonha de ser irmão de uma "mulher de alívio", e não queria ter nenhuma ligação com ela.

***
No site Diplomatique um dado interessante é que somente em 1991 este silêncio torturante foi rompido por Kim Hak-Sung, uma pessoa instruída que declarou publicamente ter sido uma "mulher de alívio". Este primeiro testemunho foi seguido de outros milhares, suscitados e sustentados por movimentos feministas sul-coreanos, em decorrência, deu-se início a processos de indenização contra o governo japonês que, até então ainda negava sua responsabilidade no assunto, proibindo qualquer tipo de acesso aos arquivos sobre os bordéis militares.
No começo de 2013, o governador de Osaka, Toru Hashimoto, chegou afirmar a jornalistas que durante a guerra a escravidão sexual era "necessária" para manter a disciplina entre as tropas. Lee Ok-Seon considera essa declaração grosseira e ultrajante.

Diferentemente da prostituição por livre arbítrio, o uso obrigatório do corpo contra vontade é um crime terrível, afinal, quando não se tem domínio sobre si próprio, torna-se escravo.

***
Ainda neste contexto, no site da Revista Marie Claire  deste mês de set/2013, foi criado o projeto pela empresa holandesa de publicidade Duval Guillaume para o grupo antitráfico "Stop the Traffik" uma performance na zona "De Wallen", local de prostituição em Amsterdã, onde o sexo pago é legalizado.
Nele, quatro dançarinas atraentes e seminuas fazem coreografias atrás de uma vitrine de vidro, enquanto outras duas acompanham os passos no andar de cima.
Em determinado momento, elas diminuem o ritmo e um projetor no topo do prédio explica a causa da ação:
“Todos os anos, milhares de mulheres recebem promessas de carreira de dançarina na Europa Ocidental. Infelizmente, elas acabam aqui. Parem o tráfico!”.

domingo, 18 de agosto de 2013

On ou Off - De que lado você está?

*** Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***

...Tá aí algo que quero compartilhar com você...

Na última sexta-feira, 16/08, em uma noite muito especial, o paraninfo das turmas, em seu discurso, fez menção ao vídeo produzido por Deivison Pedroza que reflete sobre o futuro queremos...

On ou Off - De Que Lado Você Está?


Não é de hoje que o mundo está mudando cada vez mais rápido.Vivemos numa era onde o que é novo agora, pode se tornar obsoleto amanhã.
Uma era onde as grandes transformações acontecem a mais de 100.000 Kbs/seg, mesmo quando estamos Off.
As mudanças climáticas estão aumentando,E prever o futuro,Ficou quase tão incerto,Quanto tentar adivinhá-lo.
O trânsito está caótico,E chegar primeiro virou mais importante que chegarmos juntos.Não existe mais diálogo.
Buzinar virou mais importante que falar.Estamos compartilhando individualidade ao invés de solidariedade.
Vivemos uma eraOnde vinte e quatro horas é poucoPara respondermos todos os e-mails que recebemos.Nossas redes sociais e nossos amigosAgora são virtuais.
Antes,Vivíamos conectados à terra, ao mato, ao vento, à água.Ou simplesmente,Às coisas que nos fazem bem.Agora,Apenas estamos conectados à internet.
Será que é esta a evolução da humanidade?Aquilo que vai nos levar adiante?
On? Ou Off?O que devemos ser?De que lado devemos estar?
Pedir licença, por favor, falar:Obrigado, você primeiro, me desculpe, é Off.
Dizer olá, ou às vezes não dizer nada, é On.
Prazer em reunir amigos, juntar a turma e compartilhar experiências, é Off.
Enviar mensagens prontas e curtir fotos de desconhecidos, é On.
Jogar bola, andar de skate, conhecer pessoas, se aventurar, é Off.
Viver o tempo todo dentro do escritório, e não sair do quarto...
 On? Ou Off?
De que lado você está?
Esta é uma das poucas respostas que você não vai encontrar no Google.É preciso parar para pensar.
Afinal,É muito difícil saber como vai ser o futuro,Quando você não tem a menor ideia do que está acontecendo no presente.É hora de reiniciar o seu jeito de olhar o mundo.Que o mundo pode ser igual,Mas diferente.
Não adianta você querer a sustentabilidadeSem ser sustentável.De que lado você está?
O consumo inconsciente pode ser evitado.O que você tem demais,Muitos ainda nem conhecem.O desperdício deve ser combatido.
O colapso econômico do planetaNão se resolve com a elevação das suas compras,Mas talvez, com retorno às suas origens:Humildes, sinceras, despretensiosas, colaborativas e auto produtivas.
On? Ou Off?De que lado você está?Está passando a hora de se ligar.
Plante o bem para colher o bem.Onde se planta, tem vida.
Temos que ficar com o planetaE respirar o mesmo ar.Temos que deixar filhos melhoresPara que tenhamos netos melhores.
Sustentabilidade é isso.Saber se desligar na hora certaE respeitar o meio ambiente.Viver em comunidadeE para a comunidade.
As melhores ideias do mundoSão as melhores ideias para o mundo.
Lembre-se!
Não existem flores sem sementes.
O mundo está ficando carente de gentileza.A intolerância está gerando intolerância.Somos capazes de reclamar uns dos outros,Mas não somos capazes de responder uma indelicadeza com um sorriso.
Se não mudarmos,O mundo não muda.
On? Ou Off?De que lado você está?
O mundo está mudando muito rápido.Ou corremos agora, ou iremos correr atrás.Conecte-se a um novo futuro para o Planeta.Nunca deixe que ele desligue.

sábado, 10 de agosto de 2013

Dica para Leitura: As Violetas de Março

*** Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***

Nas últimas semanas li o livro “As Violetas de Março” de Sarah Jio, primeiramente o que me despertou atenção na obra, além da bela capa foram as informações contidas, ou seja, "melhor livro da Library Jornal e Best Seller do The New York Times".
E com uma inscrição instigante na capa: “Um antigo diário com o poder de mudar tudo, se você tiver coragem de seguir seu coração...”

O livro já começa com o drama da personagem: a assinatura do divórcio com seu então marido Joel.
Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, que ganhou muito dinheiro, fama; sua última publicação ficou na lista dos mais vendidos do The New York Times, perfeito não?, porém ela não gosta do seu próprio livro, seu casamento está desfeito, e não escreve há anos outra obra...
Vendo sua vida desestabilizar-se, decide por meio do incentivo de sua amiga Annabelle, ir visitar sua amada e gentil “Tia Bee”, que lhe propôs o convite endereçada a Emily, aproveitar e escrever um novo livro, na ilha de Bainbridge, onde tbm quando criança passava as férias de verão.
Já de imediato conhece Evelyn, a melhor amiga de sua tia, que estava muito doente.
Bee acomoda Emily em um quarto singular; naquele cômodo ela encontra um diário datado de 1943, com poderes de alterar toda sua história, dando novo sentido e significado a sua vida.
Neste viés, ela encontra seu primeiro namoradinho de adolescência "Greg" que ainda demonstra interesse por ela, e um outro rapaz mais misterioso "Jack", pronto também para balançar o coração de nossa protagonista.

A duração de seu tempo na ilha é de um mês, e Março é o escolhido. 
Emily vê sua vida movimentada amorosamente, porém ligada cada vez mais ao diário que retrata personagens conhecidos de sua vida, que guardam um segredo tão importante sobre ela e sua família. O diário é de Esther, uma garota que viveu pouco tempo na ilha, mesmo sem saber foi direcionada a ter um contato após 60 anos com Emily.
As Violetas de Março é um livro suave, de leitura rápida; além do zelo nos cuidados em sua elaboração (como violetas presentes em todas as páginas).

Simultaneamente são narradas duas histórias: a da protagonista do livro, Emily e da co-protagonista Esther.

No final tudo se entrelaça e retoma aquela velha história que o mundo dá voltas...
A obra se embasa em temas como: relacionamentos (inícios e términos), separações, superação pessoal, perdão e o amor incondicional.
Tudo toma novas proporções, novos significados; verdades são reveladas, inspirações são regeneradas e novas possibilidades garantidas.

Muito bom! Realmente, uma boa dica de leitura!

Página 132 (Livro: As Violetas de Março)
Mal pisamos fora da casa e Bee engasgou, apontando para o jardim à nossa direita:
[...] ela exclamou, observando centenas de delicadas folhas verde-claras que haviam brotado do solo em uma grande formação, exibindo um tapete de minúsculas flores de cor lavanda, com centros roxo-escuros.
[...] Bee se voltou para mim e, ao ver meu rosto confuso, deu-me uma explicação.
- São violetas-madeira. Não as via na ilha desde...
- Elas são muito raras.. [...]  prosseguiu Henry, preenchendo o vazio deixado por Bee quando sua voz sumiu.
- Você não pode plantá-las, pois elas não vão crescer. Elas têm de escolher você.


O próximo livro... hehe

Torre de Pisa: Erro = Acerto

*** Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***

Um dos monumentos mais famosos da Itália, considerado uma das atrações turísticas mais conhecidas do país, situada na belíssima Toscana, teve sua construção iniciada no dia 09 de agosto de 1173, uma obra que levou quase 200 anos para ser finalizada... essa é a Torre de Pisa.

Um Artista apegado sua obra
Foi projetada por Bonanno Pisano, que aliás, segundo relatos, teria sido sepultado ali... Escavações realizadas no século passado encontraram fragmentos provenientes de um sarcófago.
Com 294 degraus, que leva até à cela campanária, de onde se tem uma visão impressionante da cidade. Só perde em altura para a de Palazzolo sull'Oglio, na Brescia.
No topo da torre se encontram sete sinos (de acordo com as notas musicais) que, curiosamente eram tocados do solo por meio de cordas.

A saga da construção da torre e o desafio de endireitá-la:
1178 Os trabalhos foram suspensos quando o terceiro andar tinha apenas sido construído, e já se verificava uma acentuada inclinação.
1272 após noventa anos da construção e depois da morte de Bonanno Pisano, ficou nas mãos de Giovanni Di Simone tentou endireitar a torre alterando a sua inclinação a partir do terceiro andar. Para disfarçar a inclinação, à medida que a obra ia avançando, os engenheiros tentaram endireitar a inclinação, construindo os andares um pouco maiores do lado mais baixo. Contudo, o material adicional só fez com que a torre afundasse mais. Foi levada até ao sétimo andar e novamente interrompida em 1278.
Faltava somente a cela campanária (oitavo andar)!!!
1360   Demorou 10 anos para ser terminada. Tommaso Pisano foi o encarregado de levar ao final a construção da torre.
1838,    uma obra de restauração acabou atingindo um lençol freático e inundou toda a base da Torre.
No início dos anos 30, o ditador Benito Mussolini, na tentativa de corrigir a inclinação do monumento ordenou que fosse injetada argamassa em sua base. Quase cem toneladas de material foram depositadas no solo, mas isso aumentou ainda mais o problema.
1989  quando caiu uma torre na província de Pavia, também construída em terreno inadequado, o governo italiano ordenou um estudo minucioso sobre os problemas na torre de Pisa e chegou à preocupante conclusão de que ela tombaria no máximo em 20 anos.
1995     a torre apresentou uma inclinação de 2,5 milímetros em uma só noite.
***
Fechada desde 1990, a torre teve novamente sua entrada liberada ao público em 15 de dezembro de 2001.

Atualmente, uma equipe de engenheiros e arquitetos trabalha para parar as variações da pendência que se conseguiu reduzir a um milímetro por ano.

Ai!!! As lendas...
Desde que a obra foi concluída, estabeleceram diversas tentativas de explicação para que um erro tão grosseiro acabasse interferindo no desenho do edifício:
§       Uma primeira explicação diz que a inclinação seria uma homenagem feita a William de Innsbruck, um dos possíveis projetistas da torre que possuía uma corcunda nas costas.
§       Outras histórias dizem que a forma é resultado de um protesto feito pelos trabalhadores que recebiam baixos salários.
§       Já os especialistas em geografia e geologia dizem que a deformidade de Pisa aconteceu em virtude da baixa compactação do solo em que a obra foi realizada.
Apesar de tudo, foi o defeito que ela possuía, ou seja, sua inclinação que tornou-a tão famosa.
***
E ela mesmo tortinha continua lá firme, são quase 900 anos de construção...



Disponível em:  RuaDireita JodSuperrigPortalItaliaBrasilEscola

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Nina Simone: Uma das divas do Jazz

Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento
Vamos falar um pouquinho da compositora, cantora, ativista social: Nina Simone... uma das mais belas e marcantes vozes do mundo.
Uma artista que viveu em uma época onde para ser bom - era necessário ter talento, e isso ela tinha de sobra...

Então, vamos conhecer um pouquinho de sua história?!!

HISTÓRIA DE UMA DAS MAIORES DIVAS DO JAZZ
Eunice Kathleen Waymon, mais conhecida pelo seu nome artístico (Tryon, 21 de fevereiro de 1933 a Carry-le-Rouet, 21 de abril de 2003).
O nome artístico foi adotado aos 20 anos, para que pudesse cantar Blues, nos cabarés de Nova Iorque, Filadélfia e Atlantic City, escondida de seus pais, que eram pastores metodistas.
A jovem era pianista, mas o proprietário do bar a obrigou a cantar como condição para mantê-la no emprego.
A filha da reverenda interpretava a cada noite um repertório que sua mãe sem duvidar teria condenado.
Nina devido a um apelido pelo qual era chamada por um namorado latino, "Niña", e Simone como homenagem a Simone Signoret, atriz francesa.
Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava, porém pela época as portas tinham se fechado por ser negra.
Em um breve contato com sua obra, aqueles que não conhecem, percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz.
Foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Juilliard School of Music, em Nova Iorque. Sua canção “Mississippi Goddamn” tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras numa igreja de Birmingham em 1963.
Seu envolvimento era tal, que chegou a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King e até compôs uma música para ele “Why?”
Nina esteve duas vezes no Brasil, gravou com Maria Bethania e seu último show ocorreu em 1997 no Metropolitan.
Além de ser uma das grandes vozes femininas do jazz, Nina Simone era uma das militantes mais comprometidas do movimento ''Black Power'', (o movimento enfatizou o orgulho racial e da criação de instituições culturais e políticos negros para cultivar e promover interesses coletivos, valores antecipadamente, e segura autonomia para os negros), nos Estados Unidos.
Era capaz de se comprometer com a justiça social até pôr em perigo sua carreira e sua própria vida, mas ao mesmo tempo tão avarenta que seus músicos recebiam um salário miserável.
Ela conheceu a fama e também o esquecimento, que acabou no final dos anos 80 graças a um anúncio da Chanel Nº 5 que incluía sua versão de My Baby Just Cares For Me.
Nina Simone foi uma mulher de muita fibra, tinha a incrível capacidade de compartilhar seu mundo e de fazer o ouvinte acreditar em tudo aquilo que estava sendo cantado pelo simples fato de ser interpretado com sinceridade, com verdade.

Disponível em:







Julho

Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento
Chegamos ao fim de julho, mês de origem nobre, precisamente romana; 31 dias passaram-se... Iniciados com várias manifestações nas terras tupiquiniquins; e para nos brindar com uma bela mensagem de paz, ocorre a maravilhosa visita do nosso papa, agora com sangue latino, caloroso e acolhedor...
Passando-nos palavras de amor; fazendo-nos sentir que somos uma só irmandade...

Naquele último domingo do mês de julho (28) mais de 3,5 milhões de pessoas unidas para celebrar a fé, a vida, a esperança...  Era tanta gente que mais parecia um mar composto por fiéis de várias nações ao lado da paradisíaca praia de Copacabana.
Marcava-se assim, o encerramento da Jornada Mundial da Juventude... dia que sentimos uma intensa paz interior alicerçada pela presença Divina, reafirmando em cada um de nós a certeza de que DEUS está sempre conosco.



domingo, 30 de junho de 2013

O Monge e o Executivo

*** Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***

Imagina você ir para um mosteiro e aprender a essência da liderança, fazendo parte de um grupo de seis pessoas diferentes, porém com o mesmo objetivo, ou seja, melhorar-se como profissional.

No livro de James C. Hunter tudo isso é possível, são 139 páginas de ensinamentos. O mocinho da trama: Mr. John Daily, gerente geral de uma grande companhia de vidros; casado há dezoito anos; com um bom emprego, vê tudo desabar após uma greve geral na empresa em que trabalha.
Prestes a perder o emprego e o casamento; é aconselhado pelo pastor de sua igreja, a participar de um retiro no pequeno e relativamente desconhecido mosteiro cristão, chamado João da Cruz, localizado perto do lago Michigan.
Meio a contra gosto, mas literalmente desnorteado, é levado por sua mulher Rachel para passar uma semana no local.
Dentre os frades encontrava-se Leonard Hoffman, ex executivo de uma das maiores empresas dos Estados Unidos. E com este mestre dos negócios recebe os ensinamentos sobre as artimanhas de liderança.
Leonard agora é Simeão, “frade Simeão”.
No primeiro dia, Simeão aponta a dificuldade que John possue em ouvir as pessoas, quando o grupo vai apresentar-se, John fica tão preocupado com sua fala, procurando um belo discurso, que não ouve a exposição dos integrantes.

A primeira lição: Ouvir
“Ouvir é uma das habilidades mais importantes que um líder pode escolher para desenvolver”.
Outros fatores evidenciados são: humildade, compromisso, confiança, autoridade, tudo baseados em uma só uma qualidade: O AMOR!
Simeão diferencia gerente e líder, ou seja, gerente organiza coisas e objetos, já o líder influencia pessoas para trabalharem pelo bem comum. (habilidade e influência).

No final do livro o valor dos contatos humanos é ressaltado.
Tudo na vida gira em torno dos relacionamentos: com Deus, conosco e com os outros; afinal, sem pessoas não há negócios.
Nos últimos dias, Simeão aborda o poder da escolha que todos fazemos; e ressalta que em nossa sociedade ficamos muito mal acostumados, devido talvez as possíveis teorias de Freud que apontavam que nossos traumas são culpas de outras pessoas, ou seja, se fomos maltratados na infância nos tornamos adultos infelizes.
Simeão afirma que não, nada é culpa de outras pessoas, e sim de nós mesmos; e apresenta um valor importantíssimo na vida: o poder da escolha.
Tudo na vida são escolhas, até não escolher é uma escolha.

Tudo pode ser arrumado, organizado, revisto; e é isso que John decide fazer, a partir da ESCOLHA de vivenciar tudo o que foi aprendido naquela semana de profundo aprendizado em que ele se permitiu ser humilde e saber ouvir.


Imagem: Wikipédia

HUNTER, James C. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. Tradução de Maria da Conceição Fornos de Magalhães. 12. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. 139 p.

domingo, 16 de junho de 2013

Pressão, pressão...

*** Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***

Vivemos num emaranhado de regras, prazos, conceitos pré-estabelecidos, valores... Rodeados, mais do que nunca, de informações que chegam como avalanche...
Não sabemos esperar... “tudo tem que ser rápido, tudo pra ontem....”
A espera nos deixa angustiados, inquietos, ansiosos... Éhhh, somos escravos da falta de tempo.

Neste cenário global, dinâmico e voraz, o primeiro princípio que precisamos ter consciência... "é que no final das contas não vamos conseguir fazer tudo que desejamos...”

...E agora o que fazer? Bom, devemos então: Estabelecer prioridades... responder questões básicas, como: “o que é importante e necessário pra hoje?

Isso tudo começa com uma reflexão, fazendo um feedback – de modo que avaliemos onde e como estamos aplicando, ou melhor, ocupando o nosso tempo.
Ops... “será que estou atingindo meus objetivos?” “onde posso melhorar?”.

Saber administrar o tempo ajudará e contribuirá para uma melhor qualidade de vida; desta forma a Gestão do tempo pode ser considerada um fator crítico de sucesso, considerando ser primordial para a nossa vida nos âmbitos: profissional, social e pessoal.
...Bem sabemos que não é algo fácil, isso é comprovado pelas, cada vez mais presentes, demonstrações de ansiedades, stress, angustias, distúrbios, vícios, aborrecimentos, preocupações... que afetam diretamente nossas relações interpessoais.

Por fim aconselhamos...
Um cuidar de si... visto que "a vida é breve, os sonhos eternos"... E como o tempo é o bem mais valioso que existe... não vamos desperdiça-lo com o desnecessário.

A melhor dica pra tudo isso é “Amar a Vida”; para isso devemos “nos valorizar enquanto eternos aprendizes da felicidade”. 




Essa maravilhosa canção foi composta em 1981 pela banda britânica Queen em parceria com o cantor também britânico David Bowie.
Fonte: wikipedia

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